segunda-feira, 6 de julho de 2009

Saiba mais sobre o “Geraldo Brasil”, novo programa das tardes da Record

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A Record estreia nessa segunda-feira, dia 6, o novo programa de entreteniemento, Geraldo Brasil, comandado por Geraldo Luis.
A atração, ao vivo, mescla informação jornalística pontual e quadros de variedades abordando temas do cotidiano da sociedade e contará com uma plateia de aproximadamente 150 pessoas e terá duas horas de duração.
Geraldo, além de interagir com o auditório, sairá às ruas junto com a equipe de repórteres espalhada pelo Brasil para mostrar situações divertidas, inusitadas e emocionantes que acontecem país afora.
Geraldo Brasil vai ao ar de segunda a sexta, às 16 horas, na Record.

Aliás, gostaria de mandar um abraço para Danuza Oliveira, que é gentil a assessora do Geraldo Luis

Vildomar Batista renova contrato com a Record


Vildomar Batista, diretor do "Hoje em Dia", que nenhum envolvimento teve nessa movimentação dos últimos dias, acaba de acertar novo contrato com a Record por mais 5 anos.

O repórter Fábio Marcos, agora no novo programa de Geraldo Luiz, também teve seu compromisso renovado.

Record colocou seguranças nas gravações de Ana Hickmann para não vazar erros

ana_hickman_hoje_diaA Record colocou seguranças na porta do estúdio em que Ana Hickmann gravou o “Tudo É Possível”. Funcionários de outras produções não podiam entrar. A medida visava impedir o vazamento de erros de gravação. Ana levou dois dias para gravar o primeiro programa.

Record estuda novas mudanças na grade

record

A direção da Record estuda novas mudanças na sua grade de programação.
Já existe um comentário de que o “Louca Família”, programa do Tom Cavalcante, poderá ocupar um novo dia na grade da Record, quando a emissora encerrar “A Fazenda”.
Fala-se nas noites de sexta-feira.

Começou no sábado, foi pra quinta, agora possivelmente pra sexta

domingo, 5 de julho de 2009

Confira matéria da Folha Universal sobre ida de Gugu para a Record


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Testemunhas garantem que, quando soube da proposta de trabalho da “Rede Record”para Gugu Liberato, Silvio Santos, foi incisivo: “Vai, Gugu!” O dono do “SBT” reconhecia, assim, que não tinha como manter o apresentador que, até então, confundia-se com a história da emissora, onde esteve por 36 anos, e iria perdê-lo para a “Record”. A contratação do apresentador Gugu Liberato, de 50 anos, foi a principal transação de um artista brasileiro na história da televisão nacional e representa um passo decisivo para a “Record” alcançar a liderança de audiência nos domingos. Durante boa parte de sua passagem pelo “SBT”, um dos esportes preferidos de Gugu Liberato foi ganhar da “Rede Globo” no Ibope.

Na quinta-feira, 25 de junho, a “Record” emitiu um comunicado sucinto, de poucas linhas, confirmando oficialmente a contratação – que tem prazo mínimo de 8 anos de duração. Econômico nas palavras, o comunicado da emissora sinalizava o início de uma nova era na televisão brasileira, que altera ainda mais o jogo de forças na disputa pela audiência. Gugu Liberato chegou a ser chamado de “o rei do domingo” e se tornou um fenômeno ao atingir grandes audiências num dia em que a família inteira está em frente à tevê. Criou quadros que ficaram marcados na memória do espectador. Nos domingos da “Record”, ele apresentará um programa de auditório e a novidade é que terá, durante a semana, um outro programa, de entrevistas, um sonho antigo do apresentador.

A “Record” concretizou o que a “Globo” não conseguiu há algumas décadas: levar o passe do apresentador. No final dos anos 80, Gugu praticamente havia selado sua ida à “Rede Globo”, mas Silvio Santos teria ido pedir pessoalmente a Roberto Marinho, (já falecido e então presidente das “Organizações Globo”) que não contrasse seu pupilo. Silvio Santos teria alegado, na ocasião, que sofria de problemas nas cordas vocais e se submeteria a uma cirurgia. Gugu, então, seria seu potencial herdeiro.

Formado em jornalismo, Gugu introduziu às tardes domingos boas doses de entretenimento, combinado com noticiário quente exibido em tempo real. No “SBT” conservou uma equipe de reportagem trabalhando junto com sua produção e, com o reforço de um helicóptero, trazia informações e imagens do momento. Mas também arriscava a pele para levar emoção e denunciar mazelas sociais. Chegou a vestir-se de catador de lixo para conhecer a realidade dos trabalhadores humildes, num lixão, na Grande São Paulo, que se alimentavam de detritos. São famosas suas aventuras, como a em que atravessou um túnel flamejante de fogo, e que, além de chamuscado, quase foi asfixiado pela fumaça. Em todos esses anos, Gugu jamais aceitou o conforto dos estúdios e foi às ruas dividir os dramas de seus espectadores, criando uma cumplicidade rara na televisão brasileira. “A grande diferença entre o Gugu Liberato e outros apresentadores é que ele realmente veste a camisa do programa. Não é daqueles que apenas chegam ao estúdio para comandar um programa com o roteiro praticamente pronto. Ele se mostra mais versátil e completo do que a maioria dos apresentadores da televisão brasileira. É uma espécie de codiretor dos programas que apresenta.Conhece todo o processo de realização, entende de programação, participa de discussões estratégicas, conduz o programa de olho na audiência minuto a minuto e possui envolvimento com a equipe”, atesta Renato Tavares, professor de rádio e televisão da Universidade Anhembi Morumbi. Segundo o professor, Gugu também é capaz de “aparecer como repórter, ator e entrevistador”, saindo-se bem em quadros de entretenimento e em reportagens de jornalismo investigativo.

De acordo com Nelson Hoineff, presidente do Instituto de Estudos de Televisão (IETV), a ida de Gugu para a “Record” vai “equilibrar ainda mais a disputa pela audiência aos domingos, dia que se tornou uma tradição muito forte na televisão brasileira e cujos programas são vistos em conjunto pelas famílias, e ficam por mais horas no ar”. Respeitado como jornalista, produtor e diretor de televisão, Hoineff só tem elogios a Gugu. “Ele é um apresentador importantíssimo e de talento extraordinário que busca alternância de formatos e realiza reportagens fora do estúdio, o que colabora para dar personalidade muito própria ao progra-
ma dele.”

O grande apresentador começou a ser moldado ainda adolescente, quando trabalhava como office-boy numa imobiliária. Uma de suas diversões era destinar cartas ao apresentador Silvio Santos sugerindo novos quadros aos programas. Ao invés de pagar por cada sugestão, Silvio Santos resolveu contratá-lo quando ele tinha ainda 14 anos. Antes, porém, ele já demonstrava tino para ideias lucrativas. Quando garoto, ganhava trocados vendendo gibis de segunda mão e perfumes que ele mesmo fabricava.

No início dos anos 80, Gugu já havia sido alçado a apresentador, função que o tornou célebre, pela capacidade de emocionar e divertir com originalidade e ousadia. Entre suas famosas, e inesquecíveis criações, estão o “Táxi do Gugu”. Um quadro em que aparecia fantasiado de taxista pregava peças engraçadíssimas em seus desavisados passageiros.
Pai de três filhos com a médica Rose Miriam Di Matteo, o primogênito João Augusto e as gêmeas Sofia e Marina, ele é autor de um livro em que compartilha a experiência da parternidade. “Sou pai, e agora?” É apenas mais uma entre tantas atividades do incansável apresentador que também é um bem-sucedido empresário, com a marca Gugu Liberato sendo um sinônimo de lucros em vários outros tipos de negócio. No passado, Gugu apostou na criação de bandas que foram fenômenos da indústria fonográfica como o grupo Dominó, que revelou o hoje apresentador da “Record”, Rodrigo Faro, e o grupo Polegar. Gugu ainda se arriscou como ator, atuando em filmes juvenis, e até como cantor – quando eternizou a versão brasileira de “Baile dos Passarinhos”.

A “Record” ganha, assim, um talento ilimitado, que promete fazer muito barulho nos ouvidos da concorrência.

Mylena Ciribelli: ‘Vou ser a número 1 da Record’

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Mylena Ciribelli trocou a Globo pela Record e estreia hoje, ao meio-dia, no ‘Esporte Fantástico’. A jornalista, que nunca foi a uma Olimpíada pela antiga casa, conta que o que pesou em sua decisão foi o fato de ser a número 1 da nova emissora. Aos 41 anos, ela assume que imagem conta na TV e compara jornalista a vinho: quanto mais velho, melhor.

O DIA — Você trabalhou por 18 anos na Globo e, no momento da renovação do contrato, optou por ir para a Record. Houve mal-estar?

Mylena Ciribelli — A Globo não esperava que eu fosse tomar essa decisão. Mas já recebi telefonemas de vários amigos de lá e sinto que eles estão contentes por verem uma colega começar uma nova empreitada. Não houve mal-estar, afinal sempre fiz o meu trabalho na emissora da melhor maneira possível.

—O que pesou nessa troca? O salário?

— Não. O que influenciou a minha decisão foi o fato de a Record ter me chamado para integrar seu núcleo olímpico. Vou participar de todos os grandes eventos esportivos como âncora. Jogos Olímpicos de Inverno, em Vancouver, Olimpíadas de Londres. Vou ser a número um deles.

—Em quase 20 anos de Globo você nunca esteve presente nesses eventos?

— Na Copa do Mundo de 1998, na França, eu fui. Mas não tive oportunidade de ir a Jogos Olímpicos.

— Sentiu frustração por isso?

— Frustração, não, porque geralmente os jornais eram ancorados do Rio mesmo e poucos repórteres viajavam. Mas é claro que poder presenciar isso pesou na minha ida para a Record. Os Jogos Olímpicos são o evento ‘top’ para um jornalista esportivo.

— No ‘Esporte Espetacular’, você dividia a apresentação com Luís Ernesto Lacombe e Cristiane Dias. Como é lidar com a disputa de ego?

— Eu sou uma pessoa tranquila. Tínhamos um entrosamento muito bom. Não fico me preocupando com o trabalho dos outros. Minha preocupação é fazer o meu trabalho bem feito.

—Você estreou na TV com 17 anos, na Rede Manchete. Mesmo com toda a sua experiência, rola ansiedade no momento de uma mudança como essa?

— Fácil não é. Toda mudança é complicada. Mas estou na expectativa para ver o que as pessoas vão achar do ‘Esporte Fantástico’. Teremos muitas reportagens especiais, quadros e eventos também.

— São quase 25 anos de carreira e você é considerada uma das veteranas no telejornalismo esportivo. A idade pesa, ainda mais se levarmos em conta a invasão de modelos nessa área?

— Sempre acreditei que o jornalista é como um bom vinho. Quanto mais o tempo passa, melhor. A idade não deveria pesar, mas a gente sabe que na TV a imagem é tudo. Por isso é importante cuidar da pele, manter o peso. Estou tentando ter uma rotina correta de exercícios.

—Consegue apontar o momento mais especial de sua carreira?

— São vários. Mas convivi muito com o João Saldanha no início da carreira e, quando ele morreu, fui a primeira a dar a notícia. Esse é um momento inesquecível. Até o ator Paulo Goulart já me disse que não se esquece da minha imagem dando esta notícia.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Geraldo Brasil estreia segunda-feira


A Record estreia na próxima segunda-feira, dia 06 de julho, às 16h, o programa “Geraldo Brasil”, comandado por Geraldo Luis.
Geraldo Brasil é uma nova opção de entretenimento leve e descontraído que mescla informação jornalística pontual e quadros de variedades abordando temas do cotidiano da sociedade.
A atração, ao vivo, contará com uma plateia de aproximadamente 150 pessoas e terá duas horas de duração, das 16h às 18h. Geraldo, além de interagir com o auditório, sairá às ruas junto com uma grande equipe de repórteres espalhada pelo Brasil para mostrar situações divertidas, inusitadas e emocionantes que acontecem país afora.
“Estou extremamente satisfeito com o formato de Geraldo Brasil. O programa vem recheado de disputas divertidas, histórias do povo, reportagens bem-humoradas e quadros muito legais. O cenário também está lindo e me proporciona a oportunidade de ficar bem próximo do auditório”, afirma o apresentador.Fonte: Rede Record